sábado, 9 de julho de 2011

“Homem que se cuida não perde o melhor da vida”


Sabemos que o homem não cultiva o hábito de se submeter a consultas dos profissionais de saúde periodicamente, e essa não adesão as medidas preventivas aumenta a incidência de doenças e de mortalidade masculina.
De acordo com o Ministério da Saúde, a população masculina vive, em média, sete anos menos do que as mulheres e tem maior incidência de doenças do coração, câncer, diabetes, colesterol e pressão arterial mais elevada. Dessa forma, podemos observar que muitos desses agravos poderiam ser evitados, infelizmente isso não acontece em consequência da escassa presença de homens nos serviços de atenção primária.
A ausência dos homens em idade economicamente produtiva nas unidades de saúde guarda relação com as questões de gênero que predominam em nossa sociedade, visto que, a doença é um sinal de fragilidade, como o homem julga-se invulnerável, ele não reconhece a doença como inerente a sua condição biológica, isso faz com que ele cuide menos de si mesmo e se exponha mais a fatores de risco, contribuindo para o adoecimento e morte precoce.
Dentre as situações que mais matam os homens, até os 40 anos, estão as causas externas: violência, agressões, muitas vezes oriundas do alcoolismo, acidentes de trânsito/trabalho. Depois dos 40 anos, em primeiro lugar, estão as doenças do coração e em segundo os cânceres, principalmente do aparelho respiratório e na próstata.
Diante do exposto, é notória a importância de procurar os serviços de saúde como prevenção, principalmente para evitar as doenças ou detectá-las em tempo, facilitando o tratamento e a cura.

Por Josy cavalcante

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